Pessoas ou coisas?
Somos mercadoria,
E não falo de tráfico de gente
Falo de vender nossa força
Para esse mundo indigente.
Somos carne morta
Movidos pelo despertador
Em pleno horário de verão
Indo em direção ao matador.
Somos almas vazias
Pensando e fazendo sob o que nos dão,
Sem pensar duas vezes
Na real razão.
Somos meros plebeus
Que trabalham em prol da burguesia
Que não ligam para nós
A não ser que sejamos mercadoria.
E não falo de tráfico de gente
Falo de vender nossa força
Para esse mundo indigente.
Somos carne morta
Movidos pelo despertador
Em pleno horário de verão
Indo em direção ao matador.
Somos almas vazias
Pensando e fazendo sob o que nos dão,
Sem pensar duas vezes
Na real razão.
Somos meros plebeus
Que trabalham em prol da burguesia
Que não ligam para nós
A não ser que sejamos mercadoria.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski