
Confesso que
sempre temi te amar no meio deste
mundo lotado de imagens e de daseis
com quem te copulavas em corpos
e em asai;
sim, fiquei horrorizado
quando, perante ti, juravas-me ser pura,
pura, puríssima e e sabendo de que isso era
impossível no meio dos sapiens
ultramundanos;
e o pior mal que
me (nos) fiz foi contrariar meu instinto
niilista e a ciência que e tinha da abnomalia
humana
e crer que poderia
te amar em frágil primavera, além
do mal deste mundo!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Mudança de rumo.
Ser triunfante na vida , não significa sempre vencer... é também saber perder. É saber mudar de direção na hora certa... é abraçar uma ca…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Bodas de prata.
Minhas palavras são sinceras extremamente verdadeiras , quando digito aqui ... neste pequenino espaço o grande amor que sinto por ti , m…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Primeira namorada.
Mal posso esperar por você nesta madrugada... onde impera toda minha ansiedade - declarar que te amo , mesmo estando zangada. Pois para m…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Liberdades e opioides
As chaves rodam soturnas, esperançosas de um voltar tardio Lá fora, o fumo passa ao dedo, em rodas, onde querem ver e ser vistos Circulam…
Rafael Gonçalves