A vida e a morte

A vida passou em frente à morte
Toda vaidosa em cores sem conta
E riu da morte gargalhou em pompa
Zombou gracejando dela a má sorte
Correu faceira se pensando eterna
Andarilha do infortúnio descuidada
Não gozou seus dias em quase nada
Nem viu a morte que seguia sorrateira
Então deu-se as vaidades e orgulho
Nas riquezas tesouros fez embrulho
Guardando pro futuro ao Deus dará
No fim o espelho à olhou já velha
Recordando o passado em passarela
Ouviu morte dizer... Enfim vou te levar
Justo em surpresa aparece lá e cá
Morte encrenqueira vem pra chatear
Comentários (1)
Que belo poema tua sensibilidade nos deu pois esta realidade nos ensina que em nossos caminhos tudo devemos respeitar para que sejamos respeitado amado e amar.Parabéns