
... no entanto,
houvera um tempo em que pensávamos
a tudo podermos vencer,
um tempo
em que não deixávamos nada
a esperar,
um tempo
em que bebíamos nosso vinho
como o vento bebe
o mar,
um tempo
em que nossos corpos se devoravam
sem pudor e nossas almas
comungavam a mesma
cor;
um tempo
em que nos esquecemos de que éramos
humanos e estávamos em mum meio
perigosamente também humano,
um temple glorioso,
entretanto, um tempo passado
do qual restaram apenas moucos gritos
de lamentos!
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