BONS TEMPOS MORTOS
De onde habitamos
com reminiscências de nossas fulgurosas
e devaneadas noites
de outrora,
como pedras negras
enterradas sobre os esplendes e superficiais
jardins de novas
auroras;
hemos que cuidar
para que, ao alimentarmos ilusões e fantasias
em outros incautos pássaros
visitantes,
não os firamos
com nossas enfermidades úberes,
nem os deixemos contemplar
o que realmente
há sobre o infértil solo
de nossas asas.
com reminiscências de nossas fulgurosas
e devaneadas noites
de outrora,
como pedras negras
enterradas sobre os esplendes e superficiais
jardins de novas
auroras;
hemos que cuidar
para que, ao alimentarmos ilusões e fantasias
em outros incautos pássaros
visitantes,
não os firamos
com nossas enfermidades úberes,
nem os deixemos contemplar
o que realmente
há sobre o infértil solo
de nossas asas.
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