ANDORINHA VOLÁTIL
Por que não
deixaste um pouco
tuas elucubrações
e teu verbum
volat
e não me deste,
ao se pôr do sol
daquela derradeira
e fatídica
tarde,
um pouco mais
de amor e alguns lúdicos
versos;
para que eu
pudesse suportar
a angustiante
e dolorosa
noite
em que se
prenunciava
nossa sempiterna
morte?
deixaste um pouco
tuas elucubrações
e teu verbum
volat
e não me deste,
ao se pôr do sol
daquela derradeira
e fatídica
tarde,
um pouco mais
de amor e alguns lúdicos
versos;
para que eu
pudesse suportar
a angustiante
e dolorosa
noite
em que se
prenunciava
nossa sempiterna
morte?
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
DANCE COMIGO ANTES DE APAGAR A LUZ
Uma canção lenta que enche os cantos silenciosos como um ritmo ondulante a invadir peles e sentidos Uma luz bruxuleante ao sopé da…
Daisy
SONIAL
Quero me demorar à porta da sala Nos instantes que o verde do jardim Cheiram à baunilha Quero me sentar no tapete opala No chão com perf…
Daisy
Funus
Libitina levou as flores,
O cheiro delas se misturou.
A branca margarida,
Tingida foi com um vermelho vinho.
O cheiro de deco…
Arylia
Goodbye Dad
Goodbye Dad I am heart broken That I have lost you So fast I can't stop crying Yes I could never believe That you had to part so soon But…
Aldo gabbay kraas