ETERNA AMADA AMANTE
Houve um tempo
em que eu era sempre bem-vindo
a teu coração;
mas, que da mente
em vaidades - ou tresloucuras -
caíram-lhe faíscas
de fogo;
e que da dor
recorrente te foste em lágrimas
silentes;
deixaste-me
assim, entre angustiantes
destroços e nadas,
de onde
ainda tento exortá-la
a que voltes,
que meu coração
também se convulsiona e precisa
de tua volta
à magia das noites
em que nos amávamos
com sorrisos
e lágrimas.
em que eu era sempre bem-vindo
a teu coração;
mas, que da mente
em vaidades - ou tresloucuras -
caíram-lhe faíscas
de fogo;
e que da dor
recorrente te foste em lágrimas
silentes;
deixaste-me
assim, entre angustiantes
destroços e nadas,
de onde
ainda tento exortá-la
a que voltes,
que meu coração
também se convulsiona e precisa
de tua volta
à magia das noites
em que nos amávamos
com sorrisos
e lágrimas.
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