... o exercício do verso
não faz ninguém melhor ou pior,
nem mais ou menos digno,
nem mais ou menos confiável;

exercitar o verso
é como dar um trago de cigarro após
uns goles de vinho e uma boa
trepada:

ou seja,
ainda se costuma estar, pela beleza
da beldade e pela embriaguez seus néctares,
embriagado!
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