Ao amor da minha vida
Determinado, naquele dia traria meu amor de volta
Deixei pronta a mesa, reguei as flores, o vinho começou a gelar
Já deixei a lenha na lareira
Joguei fora o cinzeiro e prometi que não voltaria a fumar
Teu último presente, o que você se arrependeu de dar
De tão lindo, não me ocorreu outra roupa usar
Fiz a barba, engomei o cabelo, meu perfume quase acabando estava lá
Saí!
Não há como alguém, dono do amor do mundo, não ser correspondido
Porque o amor que está em um se divide em dois e faz o outro também amar
Focado, coração acelerado, tangenciei a esquina, meti o pé na magrinha e fui lhe procurar
De longe avistei você
Perdi o controle dos sentidos, os olhos pareciam convencidos
Linda, o meu amor, era você que eu precisava trazer
Atravessei aquela rua, deixei a praça para trás
O bouquet estava guardado, a surpresa preparada
As palavras prontas, a fala foi toda treinada
E a grande hora a chegar, as mãos desesperadas, tremularam
E antes do tempo te tocaram
E você que estava ali, adiante, à minha frente, não acreditou
Que depois de tanto tempo, tivesse essa coragem o seu grande amor
E sem muito o que dizer
Esqueci o texto escrito para você
Sem perder as flores que havia comprado
Você para mim olhou, escondeu as palavras e apenas seu sorriso
Fez eu entender o sinal
Em mim, não havia como expressar aquele momento
Fomos ao beijo, ao abraço apertado, aos rostos que se encontraram
E me vi nos melhores braços que alguém poderia ter
Me vi nos seus olhos
Sorri com sua boca
Invadi a tua cabeça e, com a maior das certezas, pedi pra casar com você
Já em nossa futura casa
O frio ameaçava
Acendi a lareira, colhi as rosas da sacada
Espalhei as pétalas pela escada
Ao som do meu violão
Cantei sua música preferida
Brindamos juntos a última despedida
Em todo o infinito jamais iria se repetir
E sempre comemoro
Aquele como o dia dos dias da nossa história
Saí de casa e voltei para os braços da minha eterna querida
Hoje e sempre, meu maior amor
O amor da minha vida
Deixei pronta a mesa, reguei as flores, o vinho começou a gelar
Já deixei a lenha na lareira
Joguei fora o cinzeiro e prometi que não voltaria a fumar
Teu último presente, o que você se arrependeu de dar
De tão lindo, não me ocorreu outra roupa usar
Fiz a barba, engomei o cabelo, meu perfume quase acabando estava lá
Saí!
Não há como alguém, dono do amor do mundo, não ser correspondido
Porque o amor que está em um se divide em dois e faz o outro também amar
Focado, coração acelerado, tangenciei a esquina, meti o pé na magrinha e fui lhe procurar
De longe avistei você
Perdi o controle dos sentidos, os olhos pareciam convencidos
Linda, o meu amor, era você que eu precisava trazer
Atravessei aquela rua, deixei a praça para trás
O bouquet estava guardado, a surpresa preparada
As palavras prontas, a fala foi toda treinada
E a grande hora a chegar, as mãos desesperadas, tremularam
E antes do tempo te tocaram
E você que estava ali, adiante, à minha frente, não acreditou
Que depois de tanto tempo, tivesse essa coragem o seu grande amor
E sem muito o que dizer
Esqueci o texto escrito para você
Sem perder as flores que havia comprado
Você para mim olhou, escondeu as palavras e apenas seu sorriso
Fez eu entender o sinal
Em mim, não havia como expressar aquele momento
Fomos ao beijo, ao abraço apertado, aos rostos que se encontraram
E me vi nos melhores braços que alguém poderia ter
Me vi nos seus olhos
Sorri com sua boca
Invadi a tua cabeça e, com a maior das certezas, pedi pra casar com você
Já em nossa futura casa
O frio ameaçava
Acendi a lareira, colhi as rosas da sacada
Espalhei as pétalas pela escada
Ao som do meu violão
Cantei sua música preferida
Brindamos juntos a última despedida
Em todo o infinito jamais iria se repetir
E sempre comemoro
Aquele como o dia dos dias da nossa história
Saí de casa e voltei para os braços da minha eterna querida
Hoje e sempre, meu maior amor
O amor da minha vida
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