Quando tudo passar...
E as flores que eu havia colhido em tão nobre jardim, murcharam. Os bombons derreteram. O vinho para o jantar secou. A música não está mais entre as sete melhores. Apequenou-se o coração. Pelas horas exaustivas acelerado, deveria ter saído pela boca. O sinto menor! Menor também é o sono e por isso as horas das noites se multiplicam. Quando menos faz mais! E a noite briga com o dia teimoso, que se esconde no eclipse sincronizado... E por falar em teimosia, a teimosa dor no peito irradiou para a cabeça e os sentidos influenciaram meus olhos... que influenciaram meu ser, e que atormentam minha alma. E a roda gira em falso. Lágrimas e saudade são cúmplices da nostalgia...
E não esqueci do que ainda está lá. Muito pacas. E o que deveria ser um bem estar contrasta com todo um mal paradoxal. Traga um copo d'água por favor? Não pela água, nem, tampouco, pelo copo. Necessito da cura. Da rezadeira, do amoleto, de um trevo de quatro folhas, de uma escapada da realidade. Preciso de um estalar dos dedos no 'combo' do milagre. E ver tudo isso acabar, assim. Pá. Isso acaba, eu sei! Duro é resistir vivo e não me acabar antes.
E não esqueci do que ainda está lá. Muito pacas. E o que deveria ser um bem estar contrasta com todo um mal paradoxal. Traga um copo d'água por favor? Não pela água, nem, tampouco, pelo copo. Necessito da cura. Da rezadeira, do amoleto, de um trevo de quatro folhas, de uma escapada da realidade. Preciso de um estalar dos dedos no 'combo' do milagre. E ver tudo isso acabar, assim. Pá. Isso acaba, eu sei! Duro é resistir vivo e não me acabar antes.
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