EU NÃO SEI SE AMO, MAS TRAÍ POR AMOR!
... como pode
dizer a todo momento "Eu te amo"
e depois dizerem que nem sabem o que
venha a ser o amor?
Como podem,
na hora do sexo e da putaria, dizerem
"vai, mais, meu amor", e não saberem
o que venha a ser o amor?
Como pode,
de repente, num momento alucinado,
arriscar tudo por umas
trepadas,
e perdendo tudo depois,
por um suposto amor, se não sabe
nem o que venha a ser
o amor?
Como não sabem
que a primeira condição para saberem
se realmente amam alguém é exatamente
amá-lo,
para não se confundir,
seja voando nos céus, navegando nos mares,
andando pelas largas avenidas ou tendo excelentes
e intensos orgasmos
numa cama?
dizer a todo momento "Eu te amo"
e depois dizerem que nem sabem o que
venha a ser o amor?
Como podem,
na hora do sexo e da putaria, dizerem
"vai, mais, meu amor", e não saberem
o que venha a ser o amor?
Como pode,
de repente, num momento alucinado,
arriscar tudo por umas
trepadas,
e perdendo tudo depois,
por um suposto amor, se não sabe
nem o que venha a ser
o amor?
Como não sabem
que a primeira condição para saberem
se realmente amam alguém é exatamente
amá-lo,
para não se confundir,
seja voando nos céus, navegando nos mares,
andando pelas largas avenidas ou tendo excelentes
e intensos orgasmos
numa cama?
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Primeiro Amor ... Primeiro Desencanto !
Afeição tão doce e mansa parecia
Nas respostas das palavras que dizia,
Não parecia um carinho duvidoso
Q…
Armando A. C. Garcia
É amando que se é amado.
Para quem nunca teve uma namorada fica muito difícil falar de amor - Ouvi falar muito que é dando que se recebe... é abraçando que se rec…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Revendo o que nunca antes
Se é de mágoa o que se cala sem régua o que ala que se faça entrave ao que molhe o deserto da língua com o suor do espanto
Darlan de Matos Cunha
Imponente irradiar longínquo
De cada comovente adeus
Tendo eu por singular
O instante
Ouço a Tua voz
Simples realidade diáfana
Num imponente irra…
de Oliveira Melo