EU AINDA TE OUÇO NO SILÊNCIO
... naquele tempo
rasgávamos novas estradas
___ entre as matas;,
questionávamos
o grande estouro e ousávamos
pensar em outras
___ possibilidades;
víamos
na quântica o poder
ondulatório e ocasioso das
___ coisas todas;
dissecávamos
o ser em todas as suas faces
___ e máscaras;
origem,
destino,
amor,
vômitos de sombras e de fogos,
irreverência
___ e coragem:
sem dúvidas
nos viam como dois loucos
___ libertinários,
com o absoluto
poder da imaginação, da palavra
e das tresloucuras mais e menos
___ encantadas;
naquele tempo,
naquele tempo,
___ naquele pedaço de tempo,
em que tanto
falamos do Ser, do que dele é reinventado
___ e do não ser nada!
rasgávamos novas estradas
___ entre as matas;,
questionávamos
o grande estouro e ousávamos
pensar em outras
___ possibilidades;
víamos
na quântica o poder
ondulatório e ocasioso das
___ coisas todas;
dissecávamos
o ser em todas as suas faces
___ e máscaras;
origem,
destino,
amor,
vômitos de sombras e de fogos,
irreverência
___ e coragem:
sem dúvidas
nos viam como dois loucos
___ libertinários,
com o absoluto
poder da imaginação, da palavra
e das tresloucuras mais e menos
___ encantadas;
naquele tempo,
naquele tempo,
___ naquele pedaço de tempo,
em que tanto
falamos do Ser, do que dele é reinventado
___ e do não ser nada!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Primeiro Amor ... Primeiro Desencanto !
Afeição tão doce e mansa parecia
Nas respostas das palavras que dizia,
Não parecia um carinho duvidoso
Q…
Armando A. C. Garcia
É amando que se é amado.
Para quem nunca teve uma namorada fica muito difícil falar de amor - Ouvi falar muito que é dando que se recebe... é abraçando que se rec…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Revendo o que nunca antes
Se é de mágoa o que se cala sem régua o que ala que se faça entrave ao que molhe o deserto da língua com o suor do espanto
Darlan de Matos Cunha
Imponente irradiar longínquo
De cada comovente adeus
Tendo eu por singular
O instante
Ouço a Tua voz
Simples realidade diáfana
Num imponente irra…
de Oliveira Melo