Sua oralidade
Talvez o ornamento
Majestoso que embeleza sua boca,
Faz com que eu me perca todos os dias
No meu caminho até você.
Em sua forma esplendida
É como o por-do-sol que
Morre atrás da serra e
Só pra renascer no outro dia.
O céu da tu boca não me mostra
O caminho certo, o que faz de
Mim, alguém que escolhe estar
Perdido.
Não existe céu mais limpo,
Não existe constelações,
Não existe grama macia e
Nem outro lugar que eu queira estar.
No abismo que a maciez da sua
Língua me guia, faz com que eu queira praticar um genocídio,
Deixando todos caírem por sua garganta.
Uma trilha perigosa, na qual quero quero sempre estar.
Um abismo entre que levou a vida de muitos que iam de vir.
Não sei se fui o primeiro a explorar estes caminhos,
não sei se com essa vantagem você faz de mim o fantoche ou o assassino.
Talvez nem crime seja.
Mas de baixo do céu de sua boca,
Após os ornamentos majestosos,
No caminho macio da sua língua.
Sempre vou me perder e sempre farei milhares morrer.
Majestoso que embeleza sua boca,
Faz com que eu me perca todos os dias
No meu caminho até você.
Em sua forma esplendida
É como o por-do-sol que
Morre atrás da serra e
Só pra renascer no outro dia.
O céu da tu boca não me mostra
O caminho certo, o que faz de
Mim, alguém que escolhe estar
Perdido.
Não existe céu mais limpo,
Não existe constelações,
Não existe grama macia e
Nem outro lugar que eu queira estar.
No abismo que a maciez da sua
Língua me guia, faz com que eu queira praticar um genocídio,
Deixando todos caírem por sua garganta.
Uma trilha perigosa, na qual quero quero sempre estar.
Um abismo entre que levou a vida de muitos que iam de vir.
Não sei se fui o primeiro a explorar estes caminhos,
não sei se com essa vantagem você faz de mim o fantoche ou o assassino.
Talvez nem crime seja.
Mas de baixo do céu de sua boca,
Após os ornamentos majestosos,
No caminho macio da sua língua.
Sempre vou me perder e sempre farei milhares morrer.
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