Serenata
Canta a alma ao luar infinito,
Finito da vida em noite de versos,
Janela de sentimentos imersos,
Doce concerto de ares bendito.
Mira o céu em si o pesar delito,
Amando a brisa em tom disperso
Livre das ilusões converso,
Rimando as estrelas o veredito.
Dito ao universo em seu deserto
Que não se cale o pranto,
Ao encontrar o amor que revelo;
As desventuras em total desencanto,
Recanto da esperança desperto
Na luz onde guardou-se o canto.
Finito da vida em noite de versos,
Janela de sentimentos imersos,
Doce concerto de ares bendito.
Mira o céu em si o pesar delito,
Amando a brisa em tom disperso
Livre das ilusões converso,
Rimando as estrelas o veredito.
Dito ao universo em seu deserto
Que não se cale o pranto,
Ao encontrar o amor que revelo;
As desventuras em total desencanto,
Recanto da esperança desperto
Na luz onde guardou-se o canto.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Pedaços de ilusões ! - 09/09/2026
Pedaços de ilusões ! - 09/09/2026
Sinto pedaços de ilusões
Adejando em minha mente,
São vel…
Armando A. C. Garcia
zumbilésbia
ela foge e a cidade está tomada o camarada surge em sua mente qual mestre dos magos orientando-lhe na fuga que a situação é de luta todos…
Kátia Surreal
If I didn't had your love
If I didn't had your love My Father I would not be able to live Without your love Please Father give me Some love Because I know that You…
Aldo gabbay kraas
as músicas que escolho
posto poucas não há segredos só pretextos uma falsa trilha sonora regendo o percurso do dia hoje então me descubro quase um segundo quem…
Kátia Surreal