Espelho
Eis a imagem que contemplas,
Rastros do tempo em sua humanidade.
Sentimentos diversos,
Dispersos na voracidade do seu interior.
Os espinhos ferem os teus pés,
Nos caminhos seguros de sua liberdade.
Do invísivel em contrastes,
Desabrocha de si o intenso refletido da alma;
Forma profana da pura essência.
Em imperfeições revela-se o ser,
Vertendo prantos em sua desventura.
Entre formas inexatas os olhares vagueiam,
Buscando a veracidade de um detalhe;
Entalhe esculpido nas sendas da ignorância.
Do olhar minuncioso desperta a fera,
Silenciosamente na visão de um reflexo.
Rastros do tempo em sua humanidade.
Sentimentos diversos,
Dispersos na voracidade do seu interior.
Os espinhos ferem os teus pés,
Nos caminhos seguros de sua liberdade.
Do invísivel em contrastes,
Desabrocha de si o intenso refletido da alma;
Forma profana da pura essência.
Em imperfeições revela-se o ser,
Vertendo prantos em sua desventura.
Entre formas inexatas os olhares vagueiam,
Buscando a veracidade de um detalhe;
Entalhe esculpido nas sendas da ignorância.
Do olhar minuncioso desperta a fera,
Silenciosamente na visão de um reflexo.
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