Águas de mim
Meu ser ferido em lágrimas se desfazia,
Esvaindo-se em gotas das dores o ensejo,
Do alívio de tal penar o despejo,
No oceano do esquecimento a valia.
Dos sofrimentos a covardia,
Cálice amargo do amor ao desejo,
Notas de uma música triste o arpejo,
Canto inibido da vida em agonia.
Em meu desdém peço ao vento que leve
Do meu pesar o desalento
Que insinua que o meu coração não serve.
Minh'alma deságua em sentimento
Lavando-me enquanto meu sangue ferve
Queimando no calor do arrependimento.
Esvaindo-se em gotas das dores o ensejo,
Do alívio de tal penar o despejo,
No oceano do esquecimento a valia.
Dos sofrimentos a covardia,
Cálice amargo do amor ao desejo,
Notas de uma música triste o arpejo,
Canto inibido da vida em agonia.
Em meu desdém peço ao vento que leve
Do meu pesar o desalento
Que insinua que o meu coração não serve.
Minh'alma deságua em sentimento
Lavando-me enquanto meu sangue ferve
Queimando no calor do arrependimento.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Texto sobre o amor.
Minha noite é uma caminhada para o dia... que vem em silêncio se aproximando em cantos de chiados por passarinhos - meus olhos estão quei…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski