Nénia
Brindemos à morte!
Sejamos imparciais, brindemos à morte.
Ela virá com suas pernas bem torneadas,
seus seios rijos e seu riso de serpente;
ela virá furiosa com seus cabelos azuis, cortinas da perversão.
Faça sua cena, ajoelhe-se!
Implore por um pouco mais de tempo.
Mas não a deixe escapar.
Segure firme em seus pés de cera.
Dedos cruzados sobre o templo de vermes embriagados.
Brasil de todos os anjos, sou um demônio na rua da amargura,
e Lúcifer é o senhor da vez.
Então, por que não eu?
Façam suas apostas!
Quem dá mais? Quem dá mais?
Dona Morte, meu nome é Maria, meu passado me faz pena,
meu futuro me condena.
Onde estão minhas rosas amarelas, minhas rendas e cetins?
Sejamos imparciais, brindemos à morte.
Ela virá com suas pernas bem torneadas,
seus seios rijos e seu riso de serpente;
ela virá furiosa com seus cabelos azuis, cortinas da perversão.
Faça sua cena, ajoelhe-se!
Implore por um pouco mais de tempo.
Mas não a deixe escapar.
Segure firme em seus pés de cera.
Dedos cruzados sobre o templo de vermes embriagados.
Brasil de todos os anjos, sou um demônio na rua da amargura,
e Lúcifer é o senhor da vez.
Então, por que não eu?
Façam suas apostas!
Quem dá mais? Quem dá mais?
Dona Morte, meu nome é Maria, meu passado me faz pena,
meu futuro me condena.
Onde estão minhas rosas amarelas, minhas rendas e cetins?
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
De ti jamais irei desistir
Enquanto houver em mim desejo
Sempre irei pedir um beijo
Enquanto houver a certeza
voou-te querer e amar, com certeza
Enquant…
Tsunamidesaudade63
Shofar
Abençoe Adonai a força de um leão gigante - perante o nosso coração - que brilhe sua imensa luz na paz e na guerra. Protegei-nos por nos…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
cores
tarde em cores frias boca triste avermelhada pingo azul mão molhada sala com luz amarela
manhã quente céu laranja …
feudido
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal