Clarão da lua
Afável anjo adeja o domo celeste,
Devoluta ventana de fantasias,
Beijando o mar em venustidade,
Quando em seus abraços,
No preamar da noite,
Escreve na areia teus versos,
Evos imortais de poesia.
De tua paz ouve-se o canto,
Ecos vibrantes de amar veemente,
Suave bailar da criação em silêncio,
Terno afagar da luz de tua beleza.
Do teu éden de sonhos,
Adorna com cantigas o vento,
Abraçando as flores e o deserto,
Rios e vales,
Escutando as discretas emoções,
Dos corações singulares.
De lá sondas a pena,
Dos afoitos consortes,
Intrépidos covardes,
Em seus incógnitos plangores.
Devoluta ventana de fantasias,
Beijando o mar em venustidade,
Quando em seus abraços,
No preamar da noite,
Escreve na areia teus versos,
Evos imortais de poesia.
De tua paz ouve-se o canto,
Ecos vibrantes de amar veemente,
Suave bailar da criação em silêncio,
Terno afagar da luz de tua beleza.
Do teu éden de sonhos,
Adorna com cantigas o vento,
Abraçando as flores e o deserto,
Rios e vales,
Escutando as discretas emoções,
Dos corações singulares.
De lá sondas a pena,
Dos afoitos consortes,
Intrépidos covardes,
Em seus incógnitos plangores.
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