Fragmentos - II
Fragmentos - II
Treva monstruosa, que o mundo infesta
Empáfia gente que não olha onde pisa
É uma humanidade que só pensa em festas
Roupas de grife e uma boa camisa
Falam da pátria sem presença e civismo
Falam de amor, só em sexo pensando
A sua atitude é de puro egoísmo
Crise de expressão qu’estão fragmentando
Há um vácuo espiritual em cada ser
Se estou errado, alguém me contradiga
Na vida, seu nome é alguém, um qualquer
Cruzam o tempo, sem oração, sem fadiga
O curso de suas vidas, flui no presente
Os livros de Deus não têm mais as letras
É a dissolução do amor, o inferno ausente
É este o homem de hoje, com seus et cetras
São Paulo, 10-09-2012
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog: http://brisadapoesia.blogspot.com
Treva monstruosa, que o mundo infesta
Empáfia gente que não olha onde pisa
É uma humanidade que só pensa em festas
Roupas de grife e uma boa camisa
Falam da pátria sem presença e civismo
Falam de amor, só em sexo pensando
A sua atitude é de puro egoísmo
Crise de expressão qu’estão fragmentando
Há um vácuo espiritual em cada ser
Se estou errado, alguém me contradiga
Na vida, seu nome é alguém, um qualquer
Cruzam o tempo, sem oração, sem fadiga
O curso de suas vidas, flui no presente
Os livros de Deus não têm mais as letras
É a dissolução do amor, o inferno ausente
É este o homem de hoje, com seus et cetras
São Paulo, 10-09-2012
Armando A. C. Garcia
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Comentários (1)
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2012-09-12
Você encontrou as palavras certas para este poema onde nossos desejos se confundem com a pele que se cria para cobrir nossas almas. Parabéns
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