Incontrolável
Mesmo nas noites sem luar, não deixo de desejar, não deixo
de amar, não me faço alimentar a ilusão de não se entregar.
Os olhos vivos brilham, falam por si só, nos deixam a mercê de
toda sedução que se aproxima, de todo o esplendor que se revela quando a alma
se manifesta.
Sinto meu coração palpitar, meus poros exalar, esquenta,
esfria, congela e nos mostra o quanto somos incontroláveis, insaciáveis,
imagináveis.
Somos sós em nós mesmos e não acreditamos ser o suficiente,
infelizmente.
Comentários (2)
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Thiago Gonzaga
Autor
2012-09-12
Obrigado pelas palavras e pelos parabéns João Euzébio, fico feliz em saber que meus poemas tocam e fazem pensar!!! Abraços!!!
2012-09-12
O amor é assim sempre quer mais e mais e nos pobre mortais temos que ser neste momento um anjo uma estrela ou uma lua. Parabéns
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