Pedras
Mas eu senti algo no fundo do meu peito
Como um martelo batendo em uma carne que já apodrecera
Eu queria sentir você junto de mim
Seu corpo nu junto ao meu
Ao menos uma última vez
Não
Eu não podia
Tinha de ser forte
E abandonar você
Como você me abandonou todas as vezes
Então, eu saí
Caminhando
Cada passo que eu dei
Foi como se eu perdesse uma parte minha
Que não voltaria
Me senti despida de você
Não sobrou nada para contar história
Como um martelo batendo em uma carne que já apodrecera
Eu queria sentir você junto de mim
Seu corpo nu junto ao meu
Ao menos uma última vez
Não
Eu não podia
Tinha de ser forte
E abandonar você
Como você me abandonou todas as vezes
Então, eu saí
Caminhando
Cada passo que eu dei
Foi como se eu perdesse uma parte minha
Que não voltaria
Me senti despida de você
Não sobrou nada para contar história
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski