Exílio
Diáfano nestas trevas rochosas,
O prado invade meus aposentos,
Avulta suas raízes primitivas,
Seivas onde faz-se o rito,
Acrisolando a vida aos cantos das aves,
No entoar dos rios o mantra das matas.
Infindamente a brisa celeste,
Beija a luz do sol,
Rico ornamento da matéria,
Ao chão de rastros em prece,
Sussurrando a alma atenta,
A opulência das asas.
Ás covas as promessas,
O último olhar de mãos estendidas,
Acariciando o junco da terra,
Na certeza de se tornar semente.
O prado invade meus aposentos,
Avulta suas raízes primitivas,
Seivas onde faz-se o rito,
Acrisolando a vida aos cantos das aves,
No entoar dos rios o mantra das matas.
Infindamente a brisa celeste,
Beija a luz do sol,
Rico ornamento da matéria,
Ao chão de rastros em prece,
Sussurrando a alma atenta,
A opulência das asas.
Ás covas as promessas,
O último olhar de mãos estendidas,
Acariciando o junco da terra,
Na certeza de se tornar semente.
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