Vaidade
Não macule meu afeto nesta veneração,
Não invoque meu riso manifesto,
Minhas trovas conjuram seu labor,
Aclama meu garboso amor,
Impassível primazia dos versos,
Díspares em formosura.
Enuncio o abstrato das coisas,
Axioma outrora bucólico,
Atrofiado na penúria lírica,
Esta vastidão do meu coração,
Nefasto martírio de faces assombrosas.
Não invoque meu riso manifesto,
Minhas trovas conjuram seu labor,
Aclama meu garboso amor,
Impassível primazia dos versos,
Díspares em formosura.
Enuncio o abstrato das coisas,
Axioma outrora bucólico,
Atrofiado na penúria lírica,
Esta vastidão do meu coração,
Nefasto martírio de faces assombrosas.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Um casal ( a terra e o humano )
Nossa criação humana sempre foi muito bela... desde a formação desta magnifica terra - nada foi criado contra o homem e a mulher... pelo …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Texto sobre o amor.
Minha noite é uma caminhada para o dia... que vem em silêncio se aproximando em cantos de chiados por passarinhos - meus olhos estão quei…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael