13 de Outubro
O vazio é completo somente com a ausência
Sentimentos são comprados
Ser o caos para criar o ser
A paz para procriar o ser
A morte apaga o meu caráter
Com meu corpo de carne e osso
Me assemelho ao bovino e seu esterco
Esperança, esperança
Deixei viver, a cada momento em meu ser
Cria um mundo só pra mim
Cheio de flores, árvores e gado
Predadores nefastos e poucos amantes ao meu lado
Deixe criar novamente
Seu mundo de arte caótica
Atraente e sensual, em sua morte e vida
Remova minha moralidade
Para puro novamente ser
Para amar somente meus protegidos
E escalpo a meus inimigos
Criar minha família
Procriar meu ser
Enquanto crio o meu ser
Meus filhos irão ser
Puros e selvagens
Sentimentos são comprados
Ser o caos para criar o ser
A paz para procriar o ser
A morte apaga o meu caráter
Com meu corpo de carne e osso
Me assemelho ao bovino e seu esterco
Esperança, esperança
Deixei viver, a cada momento em meu ser
Cria um mundo só pra mim
Cheio de flores, árvores e gado
Predadores nefastos e poucos amantes ao meu lado
Deixe criar novamente
Seu mundo de arte caótica
Atraente e sensual, em sua morte e vida
Remova minha moralidade
Para puro novamente ser
Para amar somente meus protegidos
E escalpo a meus inimigos
Criar minha família
Procriar meu ser
Enquanto crio o meu ser
Meus filhos irão ser
Puros e selvagens
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Rotação e Translação.
Estas palavras escritas , serão de pouca durabilidade se não forem lidas , sinto na mente a terra girar e meus olhos parecem rodopiar.…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Rotação e Translação.
Estas palavras escritas , serão de pouca durabilidade se não forem lidas , sinto na mente a terra girar e meus olhos parecem rodopiar.…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Chuva-de-ouro nativa
Caiam sobre nós as pétalas
da chuva-de-ouro nativa,
Não podemos negar
que do pensamento um
do outro a gente habita,
Nós…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Girassóis de Inverno
Abre teus olhos para o mundo, ao longe do que não existe, do sol que, moribundo, se esconde, e cuja luz é, a cada dia, mais triste. Nada…
alexandre montalvan