21 de Outubro
Perdido nos meus sonhos
Nuvens negras cobrem todo meu céu
Nuvens cercam meu horizonte
Sinto o ar úmido
A tempestade se aproxima
Toda a construção da natureza que me cerca
Será modificada
O vento soprara forte em folhas
Moverá terras e espalhará a vida
A lama será a puberdade dessa terra
Crescerá para ser outra
Céu azul, seu sol é forte
Me queima a pele
Fortalece essa terra
Sinto falta de suas nuvens
Me traz sede
Céu escuro, céu sem nuvens
Vejo suas estrelas
Toda a paixão de suas águas me varreu
Me fez pensar que não sou mais seu
Céu nublado, não é o mesmo
Suas nuvens voltaram, mas não voltaram
São pálidas como eu
Eu quero sua beleza singular
Suas águas de novo a me banhar
Seu suor a me afogar
Fortaleça o solo em que piso
Torne o instável, faça seu artifício
Eu quero seu desafio
Me faça sofrer, me faça querer
Eu desejo lutar contra sua tempestade
Para meu rosto brilhar
Ao sua palidez mostrar
Ser o sobrevivente
De toda sua fúria e constituição
Me alimente de seus sobreviventes
Deixe a vida brotar de seu humor
Vou devorar seus sobreviventes
E ser o único ao final de seus desafios
Nuvens negras cobrem todo meu céu
Nuvens cercam meu horizonte
Sinto o ar úmido
A tempestade se aproxima
Toda a construção da natureza que me cerca
Será modificada
O vento soprara forte em folhas
Moverá terras e espalhará a vida
A lama será a puberdade dessa terra
Crescerá para ser outra
Céu azul, seu sol é forte
Me queima a pele
Fortalece essa terra
Sinto falta de suas nuvens
Me traz sede
Céu escuro, céu sem nuvens
Vejo suas estrelas
Toda a paixão de suas águas me varreu
Me fez pensar que não sou mais seu
Céu nublado, não é o mesmo
Suas nuvens voltaram, mas não voltaram
São pálidas como eu
Eu quero sua beleza singular
Suas águas de novo a me banhar
Seu suor a me afogar
Fortaleça o solo em que piso
Torne o instável, faça seu artifício
Eu quero seu desafio
Me faça sofrer, me faça querer
Eu desejo lutar contra sua tempestade
Para meu rosto brilhar
Ao sua palidez mostrar
Ser o sobrevivente
De toda sua fúria e constituição
Me alimente de seus sobreviventes
Deixe a vida brotar de seu humor
Vou devorar seus sobreviventes
E ser o único ao final de seus desafios
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
A VIDA EM VERSO ! (soneto) - 01/10/2009
Em busca da verdade encontrei No rumo que norteia a poesia A seara onde aos poucos semeei A semente da minha fantasia E entre zéfiros mi…
Armando A. C. Garcia
A vida é uma tarefa. – 13-12-2025
A vida é uma tarefa
Que precisa ser concluída,
Não com corrida, nem pressa.
- Mas precisa ser vivida.
…
Armando A. C. Garcia
A Viagem da Vida - 13-11-2021
A um trem, a vida da gente se assemelha
O qual vai parando em várias estações...
Numa, alguns passageiros vão entrando,…
Armando A. C. Garcia
A Varina ! - 17/07/2013
À sombra, duma sombrinha Para a cútis não queimar, No mercado da sardinha Que logo iria apregoar. Tendo por lida, a entrega De sardinha …
Armando A. C. Garcia