24 de Outubro
Mãos cansadas
Ego passivo, cresço ao observar
Ossos rangem a dor, desalinhados
Mãos sujas, manchadas de dor e desejo
Feitas para tocar o ser
Onipotente e desmascarado pensamento
Guia ao ceifeiro, deserto
Bela e ruiva é sua alma
Vazio são seus desejos
Me leve ao seu lado, brilhante
Seja por dor ou prazer, farei sua vontade
De sua vida escura em seus passo claros
Sua íris está morta, foi ao mar
Minhas veias estão saltadas, pulsam
Se movem ao ver, você
Curiosidade minha guia
Me pregou está peça
Sua luz que se esvai
Vejo você nua e sem adereços
Seus lábios fascistas me enojam
Você não é luz nem a sombra
Encanto homogêneo, seu abismo
Ego passivo, cresço ao observar
Ossos rangem a dor, desalinhados
Mãos sujas, manchadas de dor e desejo
Feitas para tocar o ser
Onipotente e desmascarado pensamento
Guia ao ceifeiro, deserto
Bela e ruiva é sua alma
Vazio são seus desejos
Me leve ao seu lado, brilhante
Seja por dor ou prazer, farei sua vontade
De sua vida escura em seus passo claros
Sua íris está morta, foi ao mar
Minhas veias estão saltadas, pulsam
Se movem ao ver, você
Curiosidade minha guia
Me pregou está peça
Sua luz que se esvai
Vejo você nua e sem adereços
Seus lábios fascistas me enojam
Você não é luz nem a sombra
Encanto homogêneo, seu abismo
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