18 de Novembro Nº1
Na morte do meu eu esquecível
Reflexo de quem você me fez ser
Vejo cada rastro que marcou meus passos
Todo ser de luz cria sombra
Vibração que gera reação
Não há ação, apenas reação
Conjunto infinito dos meus eus que inventei
Ao lado de cada clone perdoável
Futuro despedaçado que abraço
Em cada uma de minhas prováveis mortes
Vidas e vidas que se vão e constroem seus palácios
Cada fruta que nasce do mar que sou
Doce amargo espesso intragável
União das folhas e memórias tangíveis
Parto em descaso a quem deixei
Muros fortes que um dia amei
Folclore dos contos que jamais se ouviu
Partida para o além tão próximo
Sempre próximo
Reflexo de quem você me fez ser
Vejo cada rastro que marcou meus passos
Todo ser de luz cria sombra
Vibração que gera reação
Não há ação, apenas reação
Conjunto infinito dos meus eus que inventei
Ao lado de cada clone perdoável
Futuro despedaçado que abraço
Em cada uma de minhas prováveis mortes
Vidas e vidas que se vão e constroem seus palácios
Cada fruta que nasce do mar que sou
Doce amargo espesso intragável
União das folhas e memórias tangíveis
Parto em descaso a quem deixei
Muros fortes que um dia amei
Folclore dos contos que jamais se ouviu
Partida para o além tão próximo
Sempre próximo
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