23 de Novembro
é tão complicado entender
Qual o do porque dos meus por quês?
Eu julgo o espelho com ódio
Minhas mãos estão vermelhas de mim
Tudo que deixei sair escorre pelo ralo
Não é nada demais
Você e todos os vocês que vi hoje pela rua
Tão iguais tão diferentes
Mas todos eram você
Esse meu sentir que você sente
é frio e confuso pra mim, pra você
Cada olhar que cruzo me traz algo
Estou sendo levado por todas as coisas
Sou incapaz de ser o que é ser
Por que eu não vejo você por completo?
Todas as noites eu procuro
Mas sempre me perco no caminho
Cada curva errada que tomo
Todas são tristes e ruína
Quando vou chegar aquela casa
Simples e fuga
Quando?
Qual o do porque dos meus por quês?
Eu julgo o espelho com ódio
Minhas mãos estão vermelhas de mim
Tudo que deixei sair escorre pelo ralo
Não é nada demais
Você e todos os vocês que vi hoje pela rua
Tão iguais tão diferentes
Mas todos eram você
Esse meu sentir que você sente
é frio e confuso pra mim, pra você
Cada olhar que cruzo me traz algo
Estou sendo levado por todas as coisas
Sou incapaz de ser o que é ser
Por que eu não vejo você por completo?
Todas as noites eu procuro
Mas sempre me perco no caminho
Cada curva errada que tomo
Todas são tristes e ruína
Quando vou chegar aquela casa
Simples e fuga
Quando?
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