25 de Novembro Nº2
Você vê meu rosto, cinza, pálido
As gotas de mim que entrego a ti
Segure firme em braço
Arranha meu pescoço
A sombra do caminhar
Fuga para o bem-estar
Questões negras pela garganta
União das mãos imundas
Juizado do inimaginável
Olhos grandes e castanhos
Você tem medo da saliva
Ser da luz virginal castanha
Abominação gulosa sem fim
Cratera indulgente de você a mim, morra
As gotas de mim que entrego a ti
Segure firme em braço
Arranha meu pescoço
A sombra do caminhar
Fuga para o bem-estar
Questões negras pela garganta
União das mãos imundas
Juizado do inimaginável
Olhos grandes e castanhos
Você tem medo da saliva
Ser da luz virginal castanha
Abominação gulosa sem fim
Cratera indulgente de você a mim, morra
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Imponente irradiar longínquo
De cada comovente adeus
Tendo eu por singular
O instante
Ouço a Tua voz
Simples realidade diáfana
Num imponente irra…
de Oliveira Melo
Imponente irradiar longínquo
De cada comovente adeus
Tendo eu por singular
O instante
Ouço a Tua voz
Simples realidade diáfana
Num imponente irra…
de Oliveira Melo
Esther
Vou me prostar perante a ti oh. imaculada Esther ... por suas virtudes e coragem perante as adversidades que teu povo passou. E com a cor…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Ouça-me
Ouça-me meu grande amor onde habita nossas letras , que outrora foi nosso passado de vida e agora é nossa eterna flor. Não posso estar en…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*