... os maiores
compêndios e batalhas piscológicas,
sobretudo o relacionamento amoroso
entre duas pessoas,

Se dá pelo
aue eles pensam ou elucubram
e não por fatos
reais;

por exemplo,
p fao de imaginar que o
outro trai

ou julgá-lo
e com ele discutir por que
não se lembrou de seu
sniversário;

em contraparte
o ser julgado, deixa a calmaria
e vira tempestade,

de igual modo
subjetivando coisas,
chovendo palavras em desordem
e não concordando com o débil ataque
sobre o aniversário,

por entender
que sabia, sim, e que foi uma simples
questão de esquecimento.

Agora,
imaginem essas subjetivações
espalhadas ao desejo, à possessividade,
e às demais emoções
sencientes,

e teremos,
com certeza, um profundo
abismo criado, quase sempre não
pelo ser amado,

mas sim
por nós mesmos!
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