Für Elise (lembranças de criança)
Que de mudo não tem nada
Uma caixinha delicada
Tocando meu coração.
O toque quase divino
De admiração me pego sorrindo,
Os olhos não escondem a magia
A qual me brinda leve nostalgia.
Tendo gravado em minha retina
Aquele toque gira a bailarina
Gira o mundo, pois somos sinfonia
E a cada melodia tocada o menino sorria.
Hipnotizado pela suavidade angelical
Aquele toque em sua complexidade
Transferia-me a um estado anormal
Em mim, hoje, chora saudade.
O som de cada tecla escutada
Lembra-me uma criança que ainda é nada
E que hoje pela idade passada
Perturba-se, pois é caixinha fechada.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Meu Boto-Cor-de-Rosa
Você foi transformado por mim
em Poemário Nacional
sem a expectativa de que
tu haverá de ser meu no final.
…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Circuncisão .
Minha figura não é das mais belas > nem das mais obscuras , mas nem por isso deixo de observar as belas mulheres , que passam pela min…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Cogumelos .
O mundo escuro da solidão > partiu para um amanhecer , onde os céus são vários - onde as vidas latentes são várias , onde se mata e …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Os ombros
Os ombros . Ir é o que há até mesmo com o que houver em falta: os grãos de uma coragem já quase de todo esquecida ir com o peso da a…
Darlan de Matos Cunha