Aprazível Amor
Em tantas formas de amar,
Quero-te amar somente,
Intensamente a cada dia,
Tocando-te em cada sorriso,
Reinventando-me a cada engano.
Amo-te em sua imperfeição,
Na sensibilidade de teu perdão,
Na infidelidade que escapa as vistas,
No despropósito da hipocrisia,
Desculpa infesta da natureza.
Que não seja sem valor o que te devoto,
Nem sejas cruel o que me outorgas,
Pois, o sentimento que lhe tenho,
É verdadeiro na vastidão que me faculta,
Sinceridade que seduz o teu olhar,
Na promessa de nossa conivência.
Deixe que eu te busque na ausência,
Que a saudade nos fortaleça,
Nos reencontros da paixão intensa,
Inefável poesia de nós,
Ímpetos corporais que nos definem.
Quero-te amar somente,
Intensamente a cada dia,
Tocando-te em cada sorriso,
Reinventando-me a cada engano.
Amo-te em sua imperfeição,
Na sensibilidade de teu perdão,
Na infidelidade que escapa as vistas,
No despropósito da hipocrisia,
Desculpa infesta da natureza.
Que não seja sem valor o que te devoto,
Nem sejas cruel o que me outorgas,
Pois, o sentimento que lhe tenho,
É verdadeiro na vastidão que me faculta,
Sinceridade que seduz o teu olhar,
Na promessa de nossa conivência.
Deixe que eu te busque na ausência,
Que a saudade nos fortaleça,
Nos reencontros da paixão intensa,
Inefável poesia de nós,
Ímpetos corporais que nos definem.
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