A fonte
Estas mãos ansiosas,
Sondam o infinito,
Vastidão do amor e da dor,
Beijando o semblante ignoto,
No voo livre dos pensamentos.
As asas não são minhas,
Leve-a e voe sem medo,
Depois deixe-as ao vento,
O próximo devaneador,
Chegue ao seu destino,
Germine a liberdade.
Acaso o amor é livre,
Também suas sementes,
Pululam onde as desejam,
Deságuam no incompreensível,
Nos surpreende ao fim das horas.
Os pés cansados,
Delineiam sua marcha,
Sob o véu da peleja,
Gotejando a vida irmã da morte,
Renovando sonhos,
Venerando o inesperado,
Seguindo vivendo...
Sondam o infinito,
Vastidão do amor e da dor,
Beijando o semblante ignoto,
No voo livre dos pensamentos.
As asas não são minhas,
Leve-a e voe sem medo,
Depois deixe-as ao vento,
O próximo devaneador,
Chegue ao seu destino,
Germine a liberdade.
Acaso o amor é livre,
Também suas sementes,
Pululam onde as desejam,
Deságuam no incompreensível,
Nos surpreende ao fim das horas.
Os pés cansados,
Delineiam sua marcha,
Sob o véu da peleja,
Gotejando a vida irmã da morte,
Renovando sonhos,
Venerando o inesperado,
Seguindo vivendo...
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