CHUVAS DE FOGO

Aquelas torrenciais
chuvas de fogo, que outrora desaguei
em teu jardim
fulgente,

continuam a cair,
silentes, em um canto obscuro
d'minha mente;

e ninguém mais as vê
ou sente,

a não ser em alguns
versos tortos, que ando
a desenhar em ritmo
decadente.
130 Visualizações
Partilhar

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.