NÃO PRECISAM ENTENDER, MY LOVE!
... na manhã de hoje,
após a intermitente insônia
da noite,
levantei-me
e me pus a caminhar por
aquela solitária estrada de chão
à frente de meu sítio;
com a mansa brisa
sobre os ombros, a contemplar
a fechada planície, cinza, sob as escuras
nuvens que cobriam o céu,
senti, em solitário
pranto amargo, a tua invisível presença,
como que a me dizer: "Por tudo
que aconteceu, você
foi o culpado!"
após a intermitente insônia
da noite,
levantei-me
e me pus a caminhar por
aquela solitária estrada de chão
à frente de meu sítio;
com a mansa brisa
sobre os ombros, a contemplar
a fechada planície, cinza, sob as escuras
nuvens que cobriam o céu,
senti, em solitário
pranto amargo, a tua invisível presença,
como que a me dizer: "Por tudo
que aconteceu, você
foi o culpado!"
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