... sempre esperei
pelos voos
dos belos e nobres pássaros,
pelos sonhos
dos anjos sublimados,
pela linda
virgem nunca tocada,
pela quimera que coubesse
em minha casa,
pelos perdões
dos deuses idolatrados,
pelo infinito
que coubesse em minhas pequenas
polegadas:
agora,
com a vela quase se apagando,
espero pelo último trem,
e mais nada!
pelos voos
dos belos e nobres pássaros,
pelos sonhos
dos anjos sublimados,
pela linda
virgem nunca tocada,
pela quimera que coubesse
em minha casa,
pelos perdões
dos deuses idolatrados,
pelo infinito
que coubesse em minhas pequenas
polegadas:
agora,
com a vela quase se apagando,
espero pelo último trem,
e mais nada!
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