Infortúnio
Vou seguindo,
Sentindo o que tu me destes,
Revés do amor que com tal desvelo,
Enamorou-se meu coração de tanto encanto.
Estrada afora desfaço teus laços,
Beijo a noite que me afaga,
Sussurrando aos meus ouvidos,
Versos de silêncio ao meu ser dolente,
Vívido de esperança ao brilho de uma estrela.
Vou seguindo entre as pedras,
Do castelo que desmoronastes,
Deixando as flores mortas,
Para o sepultamento de sua beleza,
Petrificada na lembrança do seu olhar,
Vil sorriso de pandora,
Desdito prazer íncola morte.
Sentindo o que tu me destes,
Revés do amor que com tal desvelo,
Enamorou-se meu coração de tanto encanto.
Estrada afora desfaço teus laços,
Beijo a noite que me afaga,
Sussurrando aos meus ouvidos,
Versos de silêncio ao meu ser dolente,
Vívido de esperança ao brilho de uma estrela.
Vou seguindo entre as pedras,
Do castelo que desmoronastes,
Deixando as flores mortas,
Para o sepultamento de sua beleza,
Petrificada na lembrança do seu olhar,
Vil sorriso de pandora,
Desdito prazer íncola morte.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Um casal ( a terra e o humano )
Nossa criação humana sempre foi muito bela... desde a formação desta magnifica terra - nada foi criado contra o homem e a mulher... pelo …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Texto sobre o amor.
Minha noite é uma caminhada para o dia... que vem em silêncio se aproximando em cantos de chiados por passarinhos - meus olhos estão quei…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael