AS CARTAS QUE NÃO MAIS PODES ME ESCREVER
Aguardarei
uma última carta depois
da última que me
escreveste;
e depois mais uma,
e outra última com tua caligrafia torta,
tal quais as flores que teimam fugir
das bordas de seus jarros,
sem darem chances
de toque aos esquálidos fulcros
das mesas vazias.
E aguardarei,
quem sabe, até alguns últimos beijos
em derradeiros atos
d'amor,
até que a morte
se torne inexoravelmente fatal
entre o caos e o vazio
de nossas frágeis
almas.
uma última carta depois
da última que me
escreveste;
e depois mais uma,
e outra última com tua caligrafia torta,
tal quais as flores que teimam fugir
das bordas de seus jarros,
sem darem chances
de toque aos esquálidos fulcros
das mesas vazias.
E aguardarei,
quem sabe, até alguns últimos beijos
em derradeiros atos
d'amor,
até que a morte
se torne inexoravelmente fatal
entre o caos e o vazio
de nossas frágeis
almas.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Feito do brotar mais profundo
Foi
Através
Da sólida direção do todo
E não somente
De toda a totalidade e exatidão
Do sentimento
Que o intuit…
de Oliveira Melo
Redimir.
Achei meu caminho , mesmo por longo tempo esquecido - nas noites e madrugadas sem teu amor. Eu preciso me ancorar em um porto, onde as pr…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Condor libertário
Sempre
Que o pêndulo do momentâneo
Jubiloso se revelar
Em atos
Eu
Simples argumento idêntico
Em seu tributo
Exa…
de Oliveira Melo
Lamentações.
Somente você pode realmente me acompanhar nesta estrada tão longa de meu viver - tu foste a única mulher que me arrebatou , dizendo a pal…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*