AMANTES PERDIDOS
Depois de tanto
tempo entre sóis, chuvas
e devaneios,
quando é que
vamos nos servir do sonho
inconspurco
e do eterno
e incondicional amor que
andamos tanto a
nos prometer
afinal?
tempo entre sóis, chuvas
e devaneios,
quando é que
vamos nos servir do sonho
inconspurco
e do eterno
e incondicional amor que
andamos tanto a
nos prometer
afinal?
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Feito do brotar mais profundo
Foi
Através
Da sólida direção do todo
E não somente
De toda a totalidade e exatidão
Do sentimento
Que o intuit…
de Oliveira Melo
Redimir.
Achei meu caminho , mesmo por longo tempo esquecido - nas noites e madrugadas sem teu amor. Eu preciso me ancorar em um porto, onde as pr…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Condor libertário
Sempre
Que o pêndulo do momentâneo
Jubiloso se revelar
Em atos
Eu
Simples argumento idêntico
Em seu tributo
Exa…
de Oliveira Melo
Lamentações.
Somente você pode realmente me acompanhar nesta estrada tão longa de meu viver - tu foste a única mulher que me arrebatou , dizendo a pal…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*