ERAM UMAS VEZES
... das mulheres
amadas,
das putas
extaticamente jantadas,
dos sóis,
dos rios e das praias
passadas,
das terras
com minha força
aradas,
dos céus
com minhas invisíveis asas
povoados,
das noites
de verão tão lindamente
estreladas,
dos meles
das anjas que carregavam
luzes engarrafadas,
das mariposas
que pousavam nos vidros
de minha casa,
dos sonhos
que não continham
emboscadas,
da nuvem,
da demônia, daquele coração
puro que eu achava,
daquele
monte de letrinhas que,
à noite, brilhavam,
não me
restou absolutamente
nada!
amadas,
das putas
extaticamente jantadas,
dos sóis,
dos rios e das praias
passadas,
das terras
com minha força
aradas,
dos céus
com minhas invisíveis asas
povoados,
das noites
de verão tão lindamente
estreladas,
dos meles
das anjas que carregavam
luzes engarrafadas,
das mariposas
que pousavam nos vidros
de minha casa,
dos sonhos
que não continham
emboscadas,
da nuvem,
da demônia, daquele coração
puro que eu achava,
daquele
monte de letrinhas que,
à noite, brilhavam,
não me
restou absolutamente
nada!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Feito do brotar mais profundo
Foi
Através
Da sólida direção do todo
E não somente
De toda a totalidade e exatidão
Do sentimento
Que o intuit…
de Oliveira Melo
Redimir.
Achei meu caminho , mesmo por longo tempo esquecido - nas noites e madrugadas sem teu amor. Eu preciso me ancorar em um porto, onde as pr…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Condor libertário
Sempre
Que o pêndulo do momentâneo
Jubiloso se revelar
Em atos
Eu
Simples argumento idêntico
Em seu tributo
Exa…
de Oliveira Melo
Lamentações.
Somente você pode realmente me acompanhar nesta estrada tão longa de meu viver - tu foste a única mulher que me arrebatou , dizendo a pal…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*