Eis o grito do artista que cria seu próprio brilho, sua própria vida.
O meu sangue nasceu sentenciado a morte.
Não há res-peito no peito de quem desigualmente me eclipsia a vida.
Matam-me desde sempre!
Aqui jaz!
Onde nunca pude me virir além de mim mesmo.
Morto e executado desde o dia em que nasci.
Extirpado em vida!
Esgotado é o mundo!
Fim-dá fôrma em vazio à todo sumo do meu ser.
Não há res-peito no peito de quem desigualmente me eclipsia a vida.
Matam-me desde sempre!
Aqui jaz!
Onde nunca pude me virir além de mim mesmo.
Morto e executado desde o dia em que nasci.
Extirpado em vida!
Esgotado é o mundo!
Fim-dá fôrma em vazio à todo sumo do meu ser.
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