Luzes Mecânicas

Aos ventos que hão de vir;

Arrastando o ar miscigenado,

Em DNA singular, Candango,

Onde a urbis é o inspirar.



Alenta-se os monumentos,

Da Catedral a Torre Digital,

Excede-se o natural,

Da Ponte JK aos Ministérios.



Ascende vermelho-pungente,

Barro que adentra a cosmopolita

Noite que cega, luzes mecânicas.



Além das asas sul e norte,

E eixos desconcertantes, paira,

Há algo utópico, centros brasilienses.





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