Gênero
Diga-me quem sois,
Nestas abstrações ao ocaso,
Este dualismo intransigente,
De identidades estranhas,
Ao primeiro amor que se perdeu.
Ao viril e feminil embate,
Onde está o pecado?
Livre arbítrio de quem?
Desobediência dos tolos?
Liberdade a estirpe que cria,
Sem intenções sobrepostas a natureza.
Ao conceito universal,
Vai a lubricidade selvagem,
Em seus imperativos fatigantes,
Contrassenso entre as massas,
De ilusões multifacetadas,
Revestidas de tempestades,
Opoentes ao bem Divino.
Segue a rebeldia entre falácias,
Em seus discursos vazios,
Sementes entre pedras,
A construírem o próprio túmulo.
Nestas abstrações ao ocaso,
Este dualismo intransigente,
De identidades estranhas,
Ao primeiro amor que se perdeu.
Ao viril e feminil embate,
Onde está o pecado?
Livre arbítrio de quem?
Desobediência dos tolos?
Liberdade a estirpe que cria,
Sem intenções sobrepostas a natureza.
Ao conceito universal,
Vai a lubricidade selvagem,
Em seus imperativos fatigantes,
Contrassenso entre as massas,
De ilusões multifacetadas,
Revestidas de tempestades,
Opoentes ao bem Divino.
Segue a rebeldia entre falácias,
Em seus discursos vazios,
Sementes entre pedras,
A construírem o próprio túmulo.
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