À ALVORADA, O DIA SERPENTEIA VAZIOS
Hoje sonhei-me mistério
no caminho de flores
a bordarem, entre espinhos,
enlaces com estilhaços de luz.
Na imensidão dos mares
a abarcarem, entre ondas,
náufragos com cacos de esperanças.
No pendular dos ventos
a embalarem, entre calidezes,
vicejares de instantes.
No carpintar das nuvens
a adornarem, entre céus,
pássaros flutuantes.
E, como via poesia
até na verborragia dos homens,
desconfiei-me de mim
e acordei a refletir, entre chuvas,
precipícios e vazios.
no caminho de flores
a bordarem, entre espinhos,
enlaces com estilhaços de luz.
Na imensidão dos mares
a abarcarem, entre ondas,
náufragos com cacos de esperanças.
No pendular dos ventos
a embalarem, entre calidezes,
vicejares de instantes.
No carpintar das nuvens
a adornarem, entre céus,
pássaros flutuantes.
E, como via poesia
até na verborragia dos homens,
desconfiei-me de mim
e acordei a refletir, entre chuvas,
precipícios e vazios.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski