VIMOS O DIA MAIS CLARO E A NOITE MAIS ESCURA
Vem cá,
quantas vezes disseste
ne amar?
Quantas vezes
levaste-me para a cama
para extaticsamente, ao som de alguma
valsa, transarmos?
Quantas vezes
ne prometeste a lua, as estrelas
e a eternidade?
E quantas vezes
com teu verbo laivo e com tua mente
em loucas chamas de ira,
mataste-me sem
piedade?
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*