MORREREI, MAS NÃO MATARÃO MINHA SOMBRA!
Anjos,
anjinhos
sapiens anjinhos como eu,
paralisaram
meus sonhos mais sublimes,
detonaram minhas esperanças
mais firmes,
beberam
de meu suor, de meu sangue
e de meu sêmem derramado em estranhos êxtases
nos gloriosos campos e nos brancos
leitos da terra;
e tais como eu
foram-se morrendo entre erros,
tropeços e autovenenos injetados com imagens
de toda orden, como eu!
anjinhos
sapiens anjinhos como eu,
paralisaram
meus sonhos mais sublimes,
detonaram minhas esperanças
mais firmes,
beberam
de meu suor, de meu sangue
e de meu sêmem derramado em estranhos êxtases
nos gloriosos campos e nos brancos
leitos da terra;
e tais como eu
foram-se morrendo entre erros,
tropeços e autovenenos injetados com imagens
de toda orden, como eu!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Feito do brotar mais profundo
Foi
Através
Da sólida direção do todo
E não somente
De toda a totalidade e exatidão
Do sentimento
Que o intuit…
de Oliveira Melo
Redimir.
Achei meu caminho , mesmo por longo tempo esquecido - nas noites e madrugadas sem teu amor. Eu preciso me ancorar em um porto, onde as pr…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Condor libertário
Sempre
Que o pêndulo do momentâneo
Jubiloso se revelar
Em atos
Eu
Simples argumento idêntico
Em seu tributo
Exa…
de Oliveira Melo
Lamentações.
Somente você pode realmente me acompanhar nesta estrada tão longa de meu viver - tu foste a única mulher que me arrebatou , dizendo a pal…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*