MORREREI, MAS NÃO MATARÃO MINHA SOMBRA!
Anjos,
anjinhos
sapiens anjinhos como eu,
paralisaram
meus sonhos mais sublimes,
detonaram minhas esperanças
mais firmes,
beberam
de meu suor, de meu sangue
e de meu sêmem derramado em estranhos êxtases
nos gloriosos campos e nos brancos
leitos da terra;
e tais como eu
foram-se morrendo entre erros,
tropeços e autovenenos injetados com imagens
de toda orden, como eu!
anjinhos
sapiens anjinhos como eu,
paralisaram
meus sonhos mais sublimes,
detonaram minhas esperanças
mais firmes,
beberam
de meu suor, de meu sangue
e de meu sêmem derramado em estranhos êxtases
nos gloriosos campos e nos brancos
leitos da terra;
e tais como eu
foram-se morrendo entre erros,
tropeços e autovenenos injetados com imagens
de toda orden, como eu!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
A Fé - 03-10-2014
Não deixes murchar a Fé
Porque pode fenecer,
Deixando a alma à mercê,
Certamente, irás sofrer .
…
Armando A. C. Garcia
A Educação Antiga - 29/04/2026
A educação do povo antigamente
Tinha outra lógica, outra conexão,
Um ao outro tratava reverentemente
Com respe…
Armando A. C. Garcia
A confiança !!! - 12-02-2026
A confiança não se vende,
Não se empresta, nem se dá,
Ela, é luz que se acende,
E na fidelidade estará.
…
Armando A. C. Garcia
A algibeira é retorcida ! - 12-12-2025
Este encarecer da vida
Muitos desejos suprime.
A algibeira é retorcida
E nada contra o regime.
…
Armando A. C. Garcia