HORA VAZIA XVIII
No silêncio da noite,
ao aroma da dama-da-noite que inebria,
com seu sedutor perfume, a escura
brisa,
espero-te,
solitariamente entre uma imaginação e outra,
entre um suspiro e outro, a imaginar a elegância
de tuas pétalas e a sinuosidade
de teu corpo,
para que realizemos,
uma vez mais nosso ato de amor
em segredo, somente sob o brilho do distante
olhar das estrelas!
ao aroma da dama-da-noite que inebria,
com seu sedutor perfume, a escura
brisa,
espero-te,
solitariamente entre uma imaginação e outra,
entre um suspiro e outro, a imaginar a elegância
de tuas pétalas e a sinuosidade
de teu corpo,
para que realizemos,
uma vez mais nosso ato de amor
em segredo, somente sob o brilho do distante
olhar das estrelas!
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