Existência
Quanto tempo ainda terá?
Os dias se vão lentamente,
Com eles seguimos,
Em algum ponto do caminho,
Entenderemos o tempo,
O quanto deixamos de ser,
Ignorando coisas simples,
Mas de suma importância,
No grandioso bem universal.
Sentiremos falta do abraço,
Que deixamos de dar,
Do perdão negado,
Da cegueira no olhar,
Das oportunidades de ser compassivo.
Desejaremos consertar os erros,
Dizer a palavra te amo não dita,
Ver o outro além da soberba,
Ser família quando não quisemos,
Por estar no nosso mundo fechado,
Alheios ao melhor da vida.
Ao piscar dos olhos,
Nada mais poderemos fazer,
Pois nosso relógio terrestre parou,
A última página de nós,
Se tornou memória.
Viva o que tem pra viver,
Ame-se e ame o que pode amar,
Deixe que a alma se esforce na bondade,
Garanta a liberdade de ir,
Sem nenhum ressentimento,
Tendo a certeza de ter vencido.
Os dias se vão lentamente,
Com eles seguimos,
Em algum ponto do caminho,
Entenderemos o tempo,
O quanto deixamos de ser,
Ignorando coisas simples,
Mas de suma importância,
No grandioso bem universal.
Sentiremos falta do abraço,
Que deixamos de dar,
Do perdão negado,
Da cegueira no olhar,
Das oportunidades de ser compassivo.
Desejaremos consertar os erros,
Dizer a palavra te amo não dita,
Ver o outro além da soberba,
Ser família quando não quisemos,
Por estar no nosso mundo fechado,
Alheios ao melhor da vida.
Ao piscar dos olhos,
Nada mais poderemos fazer,
Pois nosso relógio terrestre parou,
A última página de nós,
Se tornou memória.
Viva o que tem pra viver,
Ame-se e ame o que pode amar,
Deixe que a alma se esforce na bondade,
Garanta a liberdade de ir,
Sem nenhum ressentimento,
Tendo a certeza de ter vencido.
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