EM SONHO, OUVIRÁS MEU NOME!
Eu sempre disse
a flores, beldades e anjos
que ao meu deserto
adentraram:
cuidado
com o que permitires sentir,
porque me amar
não é nada
fácil:
sou feito de espinhos,
tenho as bordas afiadas como
navalhas,
por eu
ser um niilista humano,
faltam-me, obvilmente, várias partes
que supostamente queiras,
ah, e me viciei
demasiado com o silêncios
de minhas próprias e secretas
tempestades!
a flores, beldades e anjos
que ao meu deserto
adentraram:
cuidado
com o que permitires sentir,
porque me amar
não é nada
fácil:
sou feito de espinhos,
tenho as bordas afiadas como
navalhas,
por eu
ser um niilista humano,
faltam-me, obvilmente, várias partes
que supostamente queiras,
ah, e me viciei
demasiado com o silêncios
de minhas próprias e secretas
tempestades!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Tajy
Os olhos e o coração
florescem, tal qual
tajy no Rio Paraguai,
sob o céu austral,
Sempre que percebo
os teus bonitos sinai…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
histórias
Tu não sabes o que deves saber, mas já te conto algo a respeito. As histórias não terminam, e sim que mudam táticas, mudam de lugar trama…
Darlan de Matos Cunha
Desprezo.
O Amargor de um desprezo é sentido por todos os humanos ... por animais selvagens e domésticos - Aqui no meu bairro existia um ser human…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Lamentos II
Meus sentimentos estão a enfraquecer pois nada encontro ... para me fortalecer - a não ser o amor de Adonai em seu eterno perdão - para…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*