O QUE NINGUÉM VÊ
Em meu deserto
que ninguém entende,
há-me uma aguda,
angustiante e silente saudade e dor
que ninguém
entende,
daquele tempo
em que decifrávamos os mistérios do mundo,
do ser e do universo
e gemíamos
com gozos inocentes sob o horror
da luz que nos cobria!
que ninguém entende,
há-me uma aguda,
angustiante e silente saudade e dor
que ninguém
entende,
daquele tempo
em que decifrávamos os mistérios do mundo,
do ser e do universo
e gemíamos
com gozos inocentes sob o horror
da luz que nos cobria!
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